No final você percebe que nadou e morreu na praia.
Que sonhou um sonho que não era para você, que
acreditou no que queria enxergar e não no que de fato era real.
Percebe que não importa o quanto você invista em
uma pessoa, ela sempre vai te decepcionar em algum momento. E acaba por ver, que
tem vezes em que você é essa pessoa que vacila.
Percebe que quando quer muito uma coisa, é você quem
tem que lutar por ela. O braço do outro nem sempre estará por perto, nem tão pouco
forte o bastante para construir o que planejou.
Aprende que sonhos não se fazem em cima de pessoas,
mas em cima de atitudes. E que são estas que no decorrer do tempo revelam quem
realmente são as pessoas, e se valia a pena sonhar. - Nisso volto atrás. Sempre
vale a pena sonhar. Somos movidos a sonhos, sem estes não há motivos para
continuar a existir. O problema está em como sonhar.
Finalmente você percebe que não era algo especial,
se tratava de apenas uma data, um número quaisquer num calendário. O dia
passou, e tudo o que fez foi pensar no outro e esquecer-se de fazer algo para você.
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